quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dia 21 - Aurora sediará Seminário do Cariri Cangaço comemorativo aos 83 anos da Passagem de Lampião

Vem aí dia 21 de agosto mais um grande evento com enfoque na história de Aurora. Trata-se do Seminário do Cariri Cangaço. Um grande acontecimento que na sua segunda edição acontece em cincos dos mais importantes municípios sul caririenses: Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Missão Velha e AURORA.
Este ano, o Cariri Cangaço traz como tema – Coronéis, Beatos e Cangaceiros, com foco na história social dos sertões nordestinos em especial no que se refere ao fenômeno do Cangaço.
Cada cidade sediará um dia ou mais de evento, assegura o curador da iniciativa, o Sr. Manoel Severo, indo do dia 17 ao dia 22 de agosto sendo que a abertura acontece na cidade de Barbalha
Pouco mais de 50 pesquisadores do Brasil inteiro, intelectuais e entusiastas da temática lampiônica e afins estarão participando ativamente do evento em todos os municípios. De tal modo que o Cariri Cangaço – 2010 tem todos os ingredientes necessários para se transformar de vez no maior e mais expressivo acontecimento a tratar de temas Nordestinos e seus principais desdobramentos históricos até os dias atuais.
Com a adesão de Aurora, o Cariri Cangaço se estende do chamado eixo do Cariri, agora para a parte Oriental da região, afirma o secretário de cultura do município. "Cremos que muito podemos contribuir para um maior entendimento da história do cangaço a partir de fatos ocorridos em Aurora e que muitas vezes sequer foram ainda mencionados na seara historiográfica de Lampião e seu bando", completou.
Aurora contará com duas palestras temáticas, no dia 21 de agosto.
Pela manhã os participantes/visitantes participam logo cedo de uma visitação aos principais pontos históricos por onde passou Lampião com seu bando, além do sítio Taveira.
Às 10h acontece no salão paroquial o Seminário acerca dos '83 anos da Passagem de Lampião por Aurora'; ministrada pelo secretário de Cultura, o professor José Cícero.
Após o almoço no CSU, todos seguirão para o distrito de Tipi quando na ABT local acontece mais uma palestra, desta feita abordando – Marica Macedo, a cargo do Dr. Vicente Landim de Macedo.
Os pesquisadores e participantes visitarão:
O antigo prédio da Estação Ferroviária – onde fora assassinado o célebre Cel. Izaías Arruda. O casarão do Cel. Xavier de 1831(Fundador de Aurora), O museu da Paróquia, a Fazenda Ipueiras onde ocorreu o histórico confronto com Lampião e seu bando e onde inclusive fora tramada a invasão de Mossoró, Sítio Ribeiro, além da Fazenda Taveira(Fogo do Taveira), antigo engenho do sítio Mel no Tipi.
"Hoje trazemos aos nossos muitos leitores de todo o Brasil a esperada Programação do Cariri Cangaço 2010; aqui temos o rol de Conferências, as Temáticas, os Palestrantes, as Mesas de Debates e as respectivas cidades anfitriãs. Sejam bem vindos ao Cariri Cangaço 2010 - Coronéis, Beatos e Cangaceiros".
PROGRAMAÇÃO::
17 AGOSTO 2010
TERÇA-FEIRA
Abertura – Cine Teatro de Barbalha19:00 H - Solenidade Oficial de Abertura19:30 h - Conferência JOSÉ RUFINO
Antônio Amaury Correia de Araújo – São Paulo
MESA
Lemuel Rodrigues – Mossoró RN
Honório de Medeiros – Natal RN
Aderbal Nogueira – Fortaleza CE
Ivanildo Silveira – Natal RN
18 AGOSTO 2010
QUARTA-FEIRA

Sítio Caldeirão do Deserto – Crato
9:00 H – Conferências
RELIGIOSIDADE, MEMÓRIAS E MOVIMENTOS SOCIAIS
Lemuel Rodrigues Silva – Mossoró RN
ANTONIO CONSELHEIRO – PERFIL
Múcio Procópio – Natal RN
MESA
Manoel Severo – Fortaleza CE
Sávio Cordeiro – Crato CE
Sandro Leonel – Crato CE
Manoel Neto – Salvador BA
Salão de Atos da URCA - Crato19:00 H - ConferênciasOS CORONEIS E OS MISTÉRIOS DO ATAQUE DE LAMPIÃO A MOSSORÓ
Honório de Medeiros – Natal RN
THEOPHANES TORRES
Geraldo Ferraz - Recife PE
MESA
Raimundo Marins – Salvador BA
Océlio Teixeira – Crato CE
Paulo Britto – Recife PE
Magérbio de Lucena – Crato CE
19 AGOSTO 2010
QUINTA-FEIRA
Memorial Padre Cícero – Juazeiro do Norte19:00 H - Conferências
O PACTO DOS CORONÉIS
Renato Cassimiro – Juazeiro do Norte CE
LAMPIÃO EM SERGIPE
Alcino Alves Costa – Poço Redondo SE
MESA
Manoel Neto – Salvador BA
Renato Dantas – Juazeiro do Norte CE
César Megale – Natal RN
Juliana Ischiara – Quixadá CE
20 AGOSTO 2010
SEXTA-FEIRA

Câmara Municipal – Missão Velha19:00 H -
Conferências DELMIRO GOUVEIA
David Bandeira – Maceió AL
Eloísa Farias – Brasília DF
CORONÉIS DO CARIRI
Bosco André – Missão Velha CE
MESA
Ângelo Osmiro – Fortaleza CE
Gilmar Teixeira – Paulo Afonso BA
Carlos Rafael – Crato CE
Paulo Gastão – Mossoró RN
21 AGOSTO 2010
SÁBADO
AURORA 9:00 H – Conferência
83 ANOS DA PASSAGEM DE LAMPIÃO EM AURORA
José Cícero – Aurora CE
MESA
Manoel Severo – Fortaleza CE
Bosco André – Missão Velha CE
Honório de Medeiros – Natal RN
Kydelmir Dantas – Mossoró RN
Distrito do Tipi - Aurora
14:00 H – Conferência
MARICA MACEDO DO TIPI
Vicente Landim de Macedo – Brasília DF
Teatro Municipal Salviano Arraes – Crato 19:00 H -
ConferênciasLAMPIÃO E A COLUNA PRESTES
Magérbio de Lucena – Crato CE
O CANGAÇO NA MÚSICA - RÍTMOS E ESTÉTICA
Wilson Seraine – Teresina PI
MESA
Emanuel Braz – Mossoró RN
Cicinato Neto – Limoeiro do Norte CE
Rostand Medeiros – Natal RN
Kydelmir Dantas– Mossoró RN
22 AGOSTO 2010
DOMINGO
Teatro Marquize Branca – Juazeiro do Norte 09:00 H -
ConferênciasLAMPIÃO NO AGRESTE PERNAMBUCANO
Antonio Vilela – Garanhuns PE
AS ARMAS DO CANGAÇO
Alfredo Bonessi – Fortaleza CE
MESA
Aderbal Nogueira – Fortaleza CE
João de Sousa Lima – Paulo Afonso BA
Sabino Bassetti – São Paulo SP
Fernando Pinto – Crato/ CE.
Da Redação::::
LEIA MAIS EM:
www.aurora.ce.gov.br
www.seculteaurora.blogspot.com
www.blogdaaurorajc.blogspot.com
www.jcaurora.blogspot.com

3 comentários:

SOS DIREITOS HUMANOS disse...

DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

“As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.

O CRIME DE LESA HUMANIDADE

O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.

RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;

A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.

QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, mas não o fazem porque para elas, os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” são mais importantes que as vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

A COMISSÃO DA VERDADE

A SOS DIREITOS HUMANOS em julho de 2010 passou a receber apoio da OAB/CE pelo presidente da entidade Dr. Valdetário Monteiro, nas buscas da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão, e continua pedindo aos internautas divulguem a notícia, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

Paz e Solidariedade,

Dr. Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 85 8613.1197
Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br
http://revistasosdireitoshumanos.blogspot.com

LIVRO DIGITAL - LUIZ DOMINGOS DE LUNA disse...

A saga do cangaço nordestino, via de regra, é feita para atender a um consenso já previamente estabecido, pela historiografia Oficial, ao fugir desda mesmice, os pesquisadores são literalmente torturados pelos donos da epistemologia Genética do Cangaço nordestino, logo, todo fato novo é motivo para um imbróglio generalizado por parte dos que se consideram os donos da história.
Á linha pensamental do Cangaço é toda feita por interesses que formam um contúdo historico não aos fatos, mas a uma históia que beneficei a Dualidade, assim, o controle histórco sempre nas amarras dos que são afavor ou contra, quebrar esta doutrina nefasta é ser um conspirador, um falsário, um embusteiro, outrossim, a leitura da epistemologia, com seriedade, se verifica que pouco se tem esclarecido sobre o cangaço, ao contrário, as dúvidas são a força motriz, diria, que já existe, uma industria do Cangaço, não comprometida com a história, mas sim, com o crescimento desta própria industira cultural.
O Secretário de Cultura de Aurora, professor José Cicero da Silva, uma abnegado pela história, como o retrato dos fatos, com de fato e de direito aconteceram, e, com o compromissso histórico impregnado na sua alma, deverá sofrer muito, pois a sua lisura intelectual, jamais o transformnará em um subserviente de um formato, ja previamente estabelecido, assim como a SECULTE de Aurora, bem como a Revista Aurora.
Com forma de protesto, a formatos de consenso já previamente estabelecidos, Eu usarei apartir de hoje o silêncio como uma forma de protesto e a minha ausência fisica a esta forma de juizo que, é senha para ser estudioso do cangaço nordestino.
Bem como, tenho certeza de que os fatos aurorenses, tão bem guardados na memória dos querido povo de Aurora seja, finalmente respeitado, impresso, registardo e publicado para o mundo.

Creio piamente, que o nosso secretário de cultura não irá ser curvar a industria do Cangaço e colocar Aurora apenas como uma cidade secundária no cangaço nordestino, apenas para beneficiar o famoso consenso geral.
Creio o que o meu silêncio obsequioso, e a minha ausência a estes eventos, não seja uma forma de continuar a industria do cançaço, mas sim, colocar Ordem, prumo , historicidade a um periodo importante para a historiografia nordestina

LIVRO DIGITAL - LUIZ DOMINGOS DE LUNA disse...

A saga do cangaço nordestino, via de regra, é feita para atender a um consenso já previamente estabecido, pela historiografia Oficial, ao fugir desda mesmice, os pesquisadores são literalmente torturados pelos donos da epistemologia Genética do Cangaço nordestino, logo, todo fato novo é motivo para um imbróglio generalizado por parte dos que se consideram os donos da história.
Á linha pensamental do Cangaço é toda feita por interesses que formam um contúdo historico não aos fatos, mas a uma históia que beneficei a Dualidade, assim, o controle histórco sempre nas amarras dos que são afavor ou contra, quebrar esta doutrina nefasta é ser um conspirador, um falsário, um embusteiro, outrossim, a leitura da epistemologia, com seriedade, se verifica que pouco se tem esclarecido sobre o cangaço, ao contrário, as dúvidas são a força motriz, diria, que já existe, uma industria do Cangaço, não comprometida com a história, mas sim, com o crescimento desta própria industira cultural.
O Secretário de Cultura de Aurora, professor José Cicero da Silva, uma abnegado pela história, como o retrato dos fatos, com de fato e de direito aconteceram, e, com o compromissso histórico impregnado na sua alma, deverá sofrer muito, pois a sua lisura intelectual, jamais o transformnará em um subserviente de um formato, ja previamente estabelecido, assim como a SECULTE de Aurora, bem como a Revista Aurora.
Com forma de protesto, a formatos de consenso já previamente estabelecidos, Eu usarei apartir de hoje o silêncio como uma forma de protesto e a minha ausência fisica a esta forma de juizo que, é senha para ser estudioso do cangaço nordestino.
Bem como, tenho certeza de que os fatos aurorenses, tão bem guardados na memória dos querido povo de Aurora seja, finalmente respeitado, impresso, registardo e publicado para o mundo.

Creio piamente, que o nosso secretário de cultura não irá ser curvar a industria do Cangaço e colocar Aurora apenas como uma cidade secundária no cangaço nordestino, apenas para beneficiar o famoso consenso geral.
Creio o que o meu silêncio obsequioso, e a minha ausência a estes eventos, não seja uma forma de continuar a industria do cançaço, mas sim, colocar Ordem, prumo , historicidade a um periodo importante para a historiografia nordestina